Quinta-feira, 12 de Julho de 2007

Ama-me como na primeira vez

 

 

Hoje apetece-me...

Tenho sede de ti, do teu corpo...
Do frio das tuas mãos no meu corpo quente...
Ama-me como na primeira vez, com toda aquela timidez inicial...
Beija-me, encosta os teus lábios junto aos meus, sente a suavidade do toque dos nossos lábios, sente a intensidade do beijo, a humidade das nossas línguas que mexem e remexem no interior das nossas bocas, bailam até...
Dançam um bailado, puramente excitante, sensual, provocante...
A tua língua provoca-me, mas o toque das tuas mãos no meu corpo arrepia-me a pele...
A maneira como me despes, como me olhas, como me observas, como me tocas e especialmente a maneira,  como me amas, tudo em ti é belo, tudo em ti é puramente excitante, tudo o que faças é novo para mim, para ti, para nós...
Ama-me como na primeira vez...
Encosta o teu corpo nu ao meu...
Sente o toque dos meus seios na tua mão, sente toda a excitação que provocas em todo o meu ser, em todo o meu corpo, em mim...
Aproxima novamente os teus lábios aos meus, beija-me suavemente, levemente, abandona-me os lábios e oferece-me a curva do teu pescoço, o lóbulo da tua orelha...
Deixa-me percorrer a ponta da minha língua em todo o teu pescoço, quero redesenhar-te a curva, a curva do teu pescoço, a curva que te arrepia, a curva que me excita… quero deliciar-me nela… perder-me neste desejo sem fim…
Quero saciar a minha sede, esta sede que sinto por ti…
publicado por Sol de Inverno às 10:33
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4 comentários:
De vicallacer a 12 de Julho de 2007 às 11:26

Bravo!
Está bom... o "Post" e o... resto!

Beijo, e hoje deixo-te com:

"EUGÉNIO DE ANDRADE"!

Vitor


Respiro o teu corpo

Respiro o teu corpo:
sabe a lua-de-água
ao amanhecer,
sabe a cal molhada,
sabe a luz mordida,
sabe a brisa nua,
ao sangue dos rios,
sabe a rosa louca,
ao cair da noite
sabe a pedra amarga,
sabe à minha boca.

Eugénio de Andrade
De Sol de Inverno a 12 de Julho de 2007 às 13:18
Bem... Nem mais, um poema de Eugénio de Andrade, suponho que não sabias, mas simplesmente adoro os poemas dele e este é lindo, obrigado.

Beijinho
De meusrefugios a 12 de Julho de 2007 às 12:40
A primeira vez nunca se esquece... A forma intensa como vivemos cada segundo...
Gostei do teu post ;)
Bjinhos
De Sol de Inverno a 12 de Julho de 2007 às 13:26
Para mim existe a primeira vez que se tem sexo por sexo e a primeira vez que se faz amor e para mim só esta última é que faço questão de guardar num cantinho da minha memória para mais tarde recordar.

Beijinhos


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